Existe uma essência que habita em todos nós, e ela é responsável pelas mais variadas transformações, desde o segredinho na receita do jantar até o surgimento de grandes empresas inspiradoras. Criatividade não é genética, não é dom, não sorte, muito menos magia. Ser criativo é ser autêntico e inovador.
A criatividade é uma competência de valor e aplicabilidade universais, descrita como a capacidade de um indivíduo imaginar, criar, produzir ou inventar conceitos e coisas inéditas. Pode ser entendida também como a ponte entre o pensamento abstrato e o seu correspondente tangível.
Entretanto, o que há de realmente inspirador na criatividade não diz respeito apenas às ideias ou reuniões de brainstorming. Como disse, certa vez, Nolan Bushnell, fundador da Atari, empresa de produtos eletrônicos responsável por popularizar os videogames:
“Todo mundo que já tomou uma ducha teve uma ideia. É a pessoa que sai do chuveiro, se seca e faz algo que faz a diferença.”

Como se dá normalmente o processo criativo

Segundo o inventor do famoso conceito de flow (conhecido também como a receita para a felicidade), o psicólogo húngaro Mihaly Csikszentmihalyi, quando alguém está completamente engajado na criação de algo novo, como compor músicas, ela nem presta atenção a sensações corporais e problemas pessoais. Ela está no estado de flow.
Ao se referir a uma pessoa no meio do processo criativo, Csikszentmihalyi diz: “Ela nem sente fome ou cansaço, seu corpo desaparece e sua identidade desaparece de sua consciência pois não há atenção o suficiente, em qualquer um de nós, para fazer algo realmente bom e que requer bastante concentração ao mesmo tempo em que se

A criatividade não é um dom com o qual as pessoas nascem. De acordo com Jeff Dyer, Clayton M. Christense e Hal Gregersen, autores do livro “The Innovator’s DNA” (O DNA do Inovador), de 25% a 40% da criatividade está relacionada à genética, e o restante vem de um roteiro básico.

Após entrevistar os fundadores e CEOs de várias empresas de sucesso, como a Amazon, Apple, Skype e Google, os autores apontaram que o comportamento das pessoas mais inovadoras do mundo está ligado a 5 habilidades que são fundamentais para diferenciar os inovadores dos profissionais.

A última habilidade consiste na experimentação, já que os inovadores experimentam as suas ideais constantemente, explorando o mundo de forma sensorial e intelectual. Não têm convicções sobre nada e sempre pensam em novas hipóteses.
Experimentar também inclui visitar novos lugares, pesquisar por coisas novas e aprender algo diferente todos os dias. Mergulhar nessas experiências proporciona novas ideias.
Em conjunto, essas 5 habilidades ajudam a compor o DNA da pessoa inovadora, o roteiro para criar ideias de negócio que se destaquem no mercado. mais comuns. Confira, abaixo, quais são elas. sente estar vivo”. Criar algo é externalizar a própria existência.